sexta-feira, 23 de junho de 2017

(*) Comentários a respeito de um artista...

(1) A primeira vez que vi sua arte, era sobre sonhos.

(2) A segunda vez, era novamente sobre sonhos.

(3) Na terceira, me fez ver outros sonhos.

(...) Entre o sonho e o som (...)

(I) Quando o vi pessoalmente pela primeira vez (Estande Edições Demócrito Rocha) não tive coragem de falar, senti um certo nervosismo e não consegui uma aproximação para tal.

(II) Na segunda vez estivemos perto (numa avenida da Bienal) e novamente não consegui. Fiquei com um velho pensamento, quem admiramos por sua arte (escrita, desenhada, tocada ou cantada) e temos como ídolo deve ficar no seu lugar, é melhor não se aproximar, é preciso deixá-lo no devido lugar de ídolo. E de tanto pensar assim, descobri que a única forma dele não deixar de ser ídolo quando o conhecesse pessoalmente, seria transformando-o em amigo, pois pra ser o ídolo, melhor deixar no seu devido lugar.

(III) Na terceira vez (Lançamento do Livro "Liz"), resolvi conhecer um amigo, depois de sentir novamente algo bom com a sua arte e fala sobre sonhos. Aproximei, cumprimentei... E tivemos uma conversa breve (a fila anda), mas muito boa, e já não era só o ídolo, era um amigo... Quem sabe um dia venha ser um grande parceria numa História de Sonho, de Música e de América do Sul (em HQ).

(...) Cenas do próximo capítulo.

(*) Fotografia 3x4 = Daniel Brandão​.

Mote...

(...) Obrigado pelo novo livro "Liz" e por sua "falArte" do sonhar!

Glosa...

(...) Era uma vez... Bienal Internacional do Livro do Ceará.

por Gelson Bessa:.

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